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Surpreendentemente a campeã da 4a. temporada do The Voice USA não demorou para lançar seu primeiro single. Heart of Dixie é uma música bem estilo Taylor Swift, e bem estilo que a Danielle manteve durante todo programa. Confira abaixo a música e a letra.

 

Letra:

“The Heart Of Dixie”

She had a dead-end job at the National Bank
And a deadbeat husband who always drank
So when he didn’t come home
She had the gin to thank for the tears in her eyes
So Dixie packed up and said her goodbyes
She went driving so far away nobody’s gonna find her
Flying just fast enough, to leave it all behind her
But she didn’t know till she hit the road, deep in her soul
She’s got the fire and the fight of a gypsy
Ain’t nothing stronger than the heart of Dixie
The heart of Dixie
It’s a funny thing when your world falls down
It’s got a way of showing you what you’re all about
Now Dixie’s got her wheels pointed south
And she ain’t never looking back
Nobody knew she was brave like that
She went driving so far away nobody’s gonna find her
Flying just fast enough, to leave it all behind her
But she didn’t know till she hit the road, deep in her soul
She’s got the fire and the fight of a gypsy
Ain’t nothing stronger than the heart of Dixie
The heart of Dixie
Yeah Dixie woke up to the truth one day
Grabbed her cheap sunglasses and her lipstick case
And she went driving so far away nobody’s gonna find her
Flying just fast enough, to leave it all behind her
But she didn’t know till she hit the road, deep in her soul
She’s got the fire and the fight of a gypsy
Ain’t nothing stronger than the heart of Dixie
The heart of Dixie
O-o-oh
The heart of Dixie
O-o-oh

destaque

Olá, sou Pedro Voltera e estou aqui hoje a pedido do meu brother Vinícius Monteiro (Moby), mas não só a pedido dele, mas também porque precisava compartilhar com as pessoas a minha incrível experiência do Festival de música Lollapalooza que agitou São Paulo esse fim de semana.

O festival Lollapalooza vem sendo realizado desde 1991, e foi criado pelo vocalista da banda de rock alternativo Jane’s Addiction: Perry Farrel; como turnê de despedida de sua banda. Apesar dos inconstantes locais do festival, em 2005 ele foi fixado oficialmente em Chicago.
Em 2011 o festival aconteceu pela primeira vez no exterior: no Chile. E em 2012, juntamente da versão do Chile, o festival veio para o Brasil pela primeira vez, no Jockey Club em São Paulo.

Contarei a saga do Lollapalooza apenas do dia 7 de Abril, do dia do Foo Fighters, que foi o que fomos, porque apesar das outras boas atrações, o festival era deles, isso é inegável.

Como fã incondicional de Foo Fighters a uns 4 anos, almejava muito por um show deles em terras tupiniquins, e ano passado quando o show deles foi anunciado aqui, apesar de sido muito cogitada a vinda deles no lolla daqui, e estar também óbvio para os fãs que tocariam no Lolla, todos foram à loucura no anúncio oficial.

Uma boa ressalva sobre a banda: O criador do FF, Dave Grohl, era o antigo baterista da lendária banda grunge Nirvana, uma das mais influentes, senão a mais influente, banda dos anos 90.
Depois do trágico final culminando no suicídio de seu vocalista Kurt Cobain, Dave, muito abalado, decidiu superar esta “sombra do passado” e fazer uma nova banda, nada haver com seu “antigo projeto”: Desta vez empunhando uma guitarra e cantando. Apesar de ter sido muito criticado pela mídia alegando ser uma “ressurreição do nirvana” (tanto é que ele chamou o guitarrista Pat Smear do Nirvana pra tocar com ele, mas não chamou o baixista Krist Novoselic pra não causar tanta polêmica assim), superou suas inseguranças e as polêmicas e conseguiu chegar onde está por este “estopim”, considerado por muitos como um ato heroico.

É por este e tantos outros motivos que o Foo Fighters tem tantos seguidores: Dave esbanja carisma, não só em suas apresentações, mas em seu jeito humilde de ser. É considerado por muitos o maior Rock Star da atualidade, mas não é à toa: Foi um grande e longo caminho até o “estrelato”. Fato contado um pouco no recente documentário sobre a banda chamado “Foo Fighters: Back n’ Forth”, onde contam que uns dos “segredos” de seu sucesso é a persistência, paixão, paciência e muita determinação pela música, pelo rock.

A cada disco lançado, desde o primeiro “trabalho” intitulado “Foo Fighters” propriamente dito (em que o Dave gravou todos os instrumentos sozinho em uma fita cassete, e que em apenas isso, virou essa “monstruosidade” toda que é hoje) até seu mais recente trabalho oficial gravado em estúdio no ano passado, intitulado “Wasting Light”, era hit atrás de hit que eles faziam, conquistando sempre as paradas de sucesso, ganhando diversos prêmios, inclusive 5 Grammys, de 6 categorias disputadas recentemente. Ganhando diversos fãs por todo o mundo, levando sempre o Rock puro, do jeito que eles achavam que deve ser feito: Por pessoas honestas, com suas imperfeições, mas que o som soasse puro, do jeito humano, e não com a ajuda de computadores, de playbacks. Tinha que soar realmente como eles eram. E foram por estes discursos e inspirações que sempre faziam questão de falar, que se consagraram uma das maiores, senão a maior, banda de rock da atualidade.

Do anúncio do show ao show em si, foram 6 meses. E que longos 6 meses!
Na realidade os dias passaram muito rápido pra mim, mas nas semanas, nos dias que antecederam o evento… Demoro demais! “Mais que todos os 6 meses!” Foi minha impressão!

Apesar de bastante gente de Tupã city gostar de Foo Fighters (não tanto quanto o meu fanatismo), era uma “aventura” bem cara, e sim, foi! E isso “afugentou” nossa galerinha aqui da cidade, e com toda “cara-de-pau” e coragem, Jordan, Kelly – sua namorada – e eu partimos para a longa viagem para ver os Foos!

Longa viagem mesmo! Não é fácil para os moradores do interior de São Paulo ir para a capital, principalmente de carro, como fomos, porque é bem longe, perigoso e acaba sendo caro, cansativo, e tantas outras dificuldades enfrentadas.

Depois de arrumarmos a mala, e sairmos quinta-feira (5 de Abril) às 20:30h mais ou menos daqui, pegamos quase 600 Km de ida, e depois mais este tanto de estrada na volta, ou seja, mais de 1000 Km para realizar um grande sonho!

A viagem em si na parte da noite foi tranqüila, porque já que era estrada que não conhecíamos, fomos bem devagar e com muito cuidado. Paramos no Mc Donalds de Marília pra fazer um lanchinho, e por causa disso demos uma atrasada também.
Apesar de relampejar muito, e com várias previsões de chuva, choveu bem pouco: Apenas entre Bauru e Botucatu.
Só que apesar de tranqüila em relação ao nosso cuidado em excesso e trânsito – muitos carros estavam indo para o interior passar a páscoa com a família, e nós deixamos nossas famílias pra curtir o melhor do rock, – a viagem foi muito cansativa na sua parte final. Nosso maior inimigo foi o cansaço, sem dúvidas! E Estressante também, porque já em São Paulo, na marginal, o GPS indicava caminhos imprecisos e incorretos – nunca confie plenamente em uma máquina!

Jordan foi um cara muito ponta firme! Sempre foi! Mas ele foi a única pessoa que não podia! E não dormiu na viagem! Mas é claro! Senão eu não estaria digitando aqui e agora. hehe

Nosso destino antes do show era a casa dos tios do Jordan, na zona leste de Sampa, Vila Matilde, em um recém condomínio. E que tios! Foram muito acolhedores com nós. Senti-me extremamente confortável em todo o tempo em que estive lá, me senti fazendo parte da família quase!
Da saída às 20:30 da quinta, chegamos na casa dos tios às 5:30h, dando tempo de tomar um rápido cafezinho e depois dormir bastante.
Bastante “entre aspas”, porque às 11:30 eu já estava de pé e um por um foi acordando. Legal que tinha uns primos lá do Jordan que já estavam de saída porque tinham ido assistir ao show do Roger Waters (ex-Pink Floyd), portanto os tios dele já estavam acostumados a receberem várias visitas mesmo. Mas sempre com o ar da serenidade e da graça.

Na sexta, tínhamos um dia inteiro livre (apesar de dizerem que já tinha fila pro show desde quinta à tarde), decidimos chegar lá no sábado cedinho na fila. E assim o fizemos. Mas na sexta demos uma rápida passeada em Sampa com os tios do Jordan, para depois descansarmos bastante para o grande dia!

Sábado de manhã acordei cedinho, tomei um bom banho, me troquei, tomei o melhor café da manhã da minha vida – também, estava morto de fome! – e com a ansiedade aumentando cada vez mais, fomos para o metrô.
Foi a primeira vez que andei de metrô, adorei! E achei super fácil. Também, demos sorte dele não estar lotado! Porque dizem que quando está a pico, fica intransitável!

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Desembarcando na estação, dava pra ver aquela galera toda com camisetas do Foo Fighters, tinha Nirvana, Ramones, e muitas outras. Como dizem, esse é o “abadá” dos roqueiros para os shows! Eu, representando, claro, com a camiseta do “fã clube oficial” do FF no Brasil do show de São Paulo!

Tivemos de andar um bocadinho até o jockey, e viam-se muitas as pessoas já vendendo camisetas do Foo Fighters pelo caminho! Gente como a gente querendo ganhar seus trocados.

Chegando na fila umas 9:30, 10h, vimos todos com os ingressos na mão e com um recibo do ingresso. Foi o primeiro imprevisto: “Vish, esquecemos dele!” Dissemos um para o outro nos olhando com cara de preocupados. Mas por sorte não precisava dele… Só o ingresso e o comprovante de estudo, caso você fosse um estudante – que era nosso caso.

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Logo na fila tinha muitos brindes a serem vendidos: Botons, camisetas e afins. E fiquei maravilhado em ver a variedade de camisetas do Foo Fighters que o pessoal tinha! Era uma mais bonita que a outra.

Não ficamos nem duas horas na fila e os portões cerca de meio-dia já se abriram. A fila já estava enorme! E os fãs mais aficionados pelo FF já correram pro palco onde ia ser o show deles – tinham 3 palcos no lolla, e o do Foo logicamente seria a última atração do palco principal.

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Achei que era muito viciado! Mas tem gente muito mais que eu. Até me senti extremamente normal lá!
Não digo isso pelo fato só da grade, me arrependo de não a ter pegado, ficado mais pertinho deles… Mas fui ao intuito de aproveitar o festival todo, e não só o FF.
Não me arrependo não, quer dizer, não tanto. Mas da próxima – segundo o Dave, terá uma próxima… eu arriscaria dizer daqui uns 2 anos! – pegarei grade!

Entrando no evento, e batendo muitas fotos já – pena que a bateria da câmera não durou pra noite, logo na parte em que eu mais precisava – cada vez mais ficava maravilhado. O Jockey é lindo! Já tinha ido lá, mas transitar por ele inteiro, e todo estruturado para o Lollapalooza, foi demais!

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Logo na entrada já estava o logotipo bem grande “Lollapalooza”, fantástico! Muita gente tirando fotos dele. Só por isso já dava pra sentir que ia ser algo esplendoroso.

Muita gente chegando, muita gente feliz, muita gente diferente, de todos os tipos, de todas as raças, de todos os gêneros, de todos os cantos do país, e até do mundo! –sim, tinha até gringos lá – todos para curtir bons shows. Ou no caso: A grande maioria para curtir “O Show”.

Dizem que a música tem o poder de unir as pessoas, e é verdade mesmo, estava evidente lá. Muita gente ralou pra estar lá, muito mais ou muito menos que eu, mas foi um sacrifício de todos. A começar, por exemplo, pelo grande manifesto dos fãs na internet.
Se não fosse por nós fãs desejarmos tanto um show deles aqui, fazendo tantos “protestos e manifestos” via twitter, se não fosse pela nossa grande vontade, eles não viriam aqui, certamente! Homenagens no aniversário do Dave, encontro de “foofans”, vídeos feitos, e promoções, e um bocado de coisas. Foi sim uma “longa jornada”.
O custo para trazer uma banda deste porte não deve ser nada barato, e ainda mais para um país onde o povo não dá o devido valor ao rock. Isso tudo dificulta, mas enfim, conseguimos, é o que importa. Foi/É uma vitória para qualquer fã.

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Uma amiga que sempre me ligava quando eu estava chegando na fila, a Marília de Marília! Natalia, Karina, Fernanda, Liandra, Ícarus, Astor, vish, tanta gente que eu queria encontrar lá mas não consegui! Na realidade só encontrei duas pessoas: A Camila, no final do show ainda. E o Tiagão! Grande “FooFriend” que sempre conversava com ele via twitter, e ele me reconheceu na entrada! Ainda bem que ele já tinha me visto na twitcam e me reconheceu, porque eu não ia reconhecê-lo! haha

Poxa, eu e o Tiagão ficamos juntos o evento inteiro, mesmo quando me perdi do Jordan, fiquei em sua companhia! Conversamos à beça sobre tudo, ficávamos bem ansiosos cada vez mais aguardando o show, e demos muitas risadas! Foi uma prova concreta que as amizades da internet existem pra valer e podem ser tão verdadeiras quanto as de perto! E só consagrou o poder da #Foofamily! ~fuckyeah. Haha

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A loja oficial do Lollapalooza, cara as coisas, demais! Até a comida e a bebida, e tudo que tinha lá. Mas esta é uma das intenções capitalistas infelizmente, né? Fãs pagam qualquer coisa na hora, e é assim que eles lucram, mas faz parte, fazer o que.

Tinha uma área – barracão – no meio do jockey mais ou menos, onde consegui descansar um pouco no meio da tarde, depois de curtir um pouco o Cage the Elephant, Salazar, e um pouco do Marcelo Nova, e ouvindo o Rappa também.
Nesta área tinha vários cabos USB pra carregar diversos aparelhos. Foi aí que consegui carregar um pouco meu smartphone, mas carreguei um pouco – até a metade – porque ele demora muito pra carregar, e não queria ocupar tanto o tempo da galera, e era perigoso alguém roubar, cá entre nós, né… Isto sempre é possível. Foi nesta hora também que de tanto usar o 3G, ele parou de funcionar no evento, e nem as chamadas mais funcionavam! Ou seja: 75 mil pessoas de celular = pane no sistema legal.
Eu e o Tiagão fomos pra uma cabine que ficava nessa área, pra tirarmos 4 fotos quase simultâneas, que nem existe nos EUA, achei demais! E ela foi logo postada no FB – foi onde minha mãe me viu e achou que o Tiagão estava me “desvirtuando” (foi essa a palavra que ela usou! rs), basicamente só porque ele tinha tatuagens do FF! “Mãe careta” é complicado. hehe

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Essa hora já tinha me perdido do Jordan…Precisei ligar pra mãe pra eu marcar um lugar de encontro com o Jordan antes do show, e nos encontramos!

Chegamos na arena umas 2h antes do show do FF, mas já estava hiper lotado, não tinha nem condições de se mexer lá, quem me dera andar por lá!

Fomos indo pra frente cada vez mais que dava, mas estava muito apertado mesmo!

Finalmente o grande momento chega, o momento em que todos estávamos esperando, o verdadeiro motivo por todas as lutas, pensamentos e ansiedades nossas!

No escuro, no horário em ponto, o Foo Fighters entra rasgando tudo com suas poderosas guitarras e a bateria sendo marretada com violência pelo Taylor.

A galera gritava demais, chorava, pulava, e a energia, o clima do local começa a esquentar! A noite fria se tornava quente a cada dedilhada furiosa dos Foos!
Dave abre o show com a esperada All My Life (setlist idêntica em seu show passado, na Argentina), levando a galera ao delírio. Pulando insanamente ao som estridente da All My Life, emendada com a versão original e mais agitada da Times Like These, e trombando, pulando, se esfregando, foi uma loucura total o começo do show!

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Eu estava mais ou menos no meio do meio da multidão, mais para o lado direito, e tinha uma “torre de equipamento” maldita na minha frente, tampando o meio do palco.. Tive uma visão ruim do palco em si, mas que recompensava pelo fato dos telões enormes. Só conseguia ver, bem pequeno mas perfeitamente, o Chris (guitarrista solo), e um pouco do Pat (guitarra base, de apoio, ex Nirvana). Mas ao longo do show a galera foi se acalmando, o aperto foi diminuindo até parar, até que ficou confortável, de certo modo.

Durante o show, nossa, passou um flashback em minha cabeça, do passado, presente, futuro… Lembranças muito pessoais, muito intensas! Emocionei-me em diversas partes, senti arrepios, calafrios, gritei demais até quase perder a voz, pulei muito, e dançava, e imaginava, e curtia, e ficava muito, mas muito feliz!

É muito difícil escrever como me senti, acho que é impossível chegar a uma exatidão em alguma descrição. Mas eu particularmente me senti a pessoa mais sortuda do mundo…

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Vieram várias conquistas em minha mente, várias coisas a serem feitas… Várias coisas que tive de passar para estar lá… Pensei muito nas pessoas extremamente importantes que conheci por causa da banda, pensei em algumas perdas que tive por causa da banda, escolhas. Na hora era impossível ficar triste, por isso em cada letra que o Dave pronunciava, aquele tipo de letra “metafórica” que serve para você em vários momentos de sua vida, que tanta gente se identifica, de diversas formas, ecoou fortemente dentro de mim, e tive uma perspectiva melhor das coisas… É estranho falar isso, tentar explicar isso, mas foi o que me veio… De alguma forma, eu precisava muito daquela sensação.
Vi que tudo era possível, e que o impossível era apenas uma questão de opinião. Fiquei muito sereno e tranqüilo, e em momento algum deixei de vibrar com todas as minhas forças aos sons que mais marcaram a minha vida.

Fiquei sempre “dentro de si”, não perdi o controle radicalmente das minhas emoções – só o básico! haha – e sempre com aquela sensação de auto-estima enorme: “Porr@, se eu pular de um prédio, eu sinto que eu posso voar, que se foda tudo, eu consigo!”. Esta última frase definiria algo bem resumido do que senti na hora.

Como eu estava longe do palco, muitas vezes eu só fechava o olho, e dançava, e gritava com todas as minhas forças.

O Dave sempre dizia querer fazer o último cara lá no fundo se sentir bem pertinho com seu som do caralh#, e foi realmente isso que funcionam as coisas com o Foo Fighters: Mesmo eu, não tão distante, mas longe dos caras, me senti muito pertinho e confortável.

Que sensação incrível! “É isso que um verdadeiro show da banda que você ama pode causar? Eu quero mais!” Foi uma das milhares coisas que pensei.

A banda, sua performance? Maravilhosa, imbatível, divina! Eles mostraram para todos porque são os melhores, sem sombra de dúvidas. A voz do Dave falhar? Ela estava mais poderosa do que nunca!

O Dave, ele é demais, mesmo! Tinha o público em sua mão, à todo tempo! Desde os gritos até as partes mais silenciosas do show. Com sua carisma, sua humildade, sua honestidade e talento, fica tipo.. Impossível não gostar dele.

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Até mesmo os que não gostam de Foo Fighters, admitem seu valor, sua importância no cenário musical. Eles são uma das poucas bandas que sobreviveram à transição do rock dos anos 90 para o século 21. Este foi bem desvalorizado na mídia. Não que ele tenha “morrido”, “Jamais!” Sempre ressaltava Grohl ao longo de sua turnê pela América do Norte e Europa. E até hoje… “Vai perguntar pros caras do AC/DC pra ver se eles acham se o rock morreu!?”. Foi por estas e outras palavras, que Dave cada vez mais conquistava seus fãs. Mas não era pra impressionar ninguém não, era a pura verdade. E isso que fazia a diferença.
“Música têm que ser feita com isso aqui ~ apontava para a cabeça ~ e isso aqui ~ apontava para o coração ~ e não com computadores do caralh$!” Sempre repetia ele. Não quer dizer que essa sua opinião mostre que ele odeie os outros tipos de música, não, pelo contrário! Mas o que falta muitas vezes é o elemento humano, não na música, mas em tudo na vida. Isso é algo que todo “foofan” guarda consigo, e que todos deveriam ao menos saber, é essencial.

No show, Dave corria de um lado para o outro, e a cada corrida, parecia que ele olhava nos olhos de cada pessoa… É isso que diferencia o Foo Fighters das demais bandas: Sua consideração enorme que tem pelos fãs. Ele agarrou a bandeira do Brasil tacada pela minha amiga Nathália, nossa, que orgulho!

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Pensei que ia perder demais “a linha” no show (até que nem tanto, haha), mas de uma coisa é fato: Tirando a loucura do começo, depois, de todas as coisas que eu senti, que eu pensei… Imaginei estar em um bar, reencontrando velhos amigos para tomar aquele chopp, jogando conversa fora, falando sobre tudo e não dizendo nada, com muitas gargalhadas e sorrisos… que conforto tremendo que eu senti! Era evidente que aquela “genialidade toda” do Dave e sua trupe era tudo verdade. Na realidade, nem era a genialidade em si (falando em genialidade, Dave ano passado tinha ganhando um prêmio da música “God Like Genius”, e ele em resposta: “Hey, vocês estão dando esse prêmio a um baterista, sabiam? Dedico esse prêmio ao Kurt!” ) que chamava a atenção, e sim sua humildade.

Bom ver que tudo na vida do Foo foi se ajeitando, bom ver que no longo caminho deles, eles amadureceram demais! Cresceram demais. Eles só se deram conta do tamanho, de toda a influência da banda, e 2008, no seu maior show, no Wembley Stadium. Lindo, lindo! Tanto é que no final Dave se emociona pra valer na “Best of you”.

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Sempre fazendo aquilo (música) do jeito que achavam certo, sem influências (não pelo menos diretas), mantiveram sempre o bom e velho pique do verdadeiro e sem frescuras rock ‘n roll! Atitude, mas ao mesmo tempo “comportado”, o que gera controvérsias a muitos que se acham “rockeiros de verdade”, como babacas achando que o rock é “sexo, drogas e rock n’ roll”, como era a visão de antigamente.

Grohl sempre deixou evidente seu lado paternal, tendo duas filhinhas que adora muito – e que às vezes a leva para seus show – e é a prova viva, para acabar com todo o preconceito de que o rock não é marginalização, rock é feito por músicos tocando seus instrumentos de uma forma honesta e quase nunca perfeita, do jeitinho que deve ser.

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Entre climas mais agitados e calmos do show, Dave sempre no intervalo das músicas parava pra conversar com o público. Se desculpando por fazer nós brasileiros esperarmos longos 11 anos desde o Rock in Rio 3 quando o Foo veio pela primeira e única vez. Na melhor parte do show, na Best of You, onde a galera com o flashmob – manifestação organizada pelos fãs na internet – ergueram as folhas escrito “Oh… oh ôh” deixaram os Foos muito surpresos, até emocionados, rolando até, dizem por aí, algumas lágrimas. Mas eles logo se recomporam, fizeram um grande drama no Bis, pedido para a galera urrar pelo seu retorno, voltando e mandando vários clássicos da banda, que só os veteranos conheciam, e com a incrível presença da Joan Jett, dando um forte e demorado abraço no Dave, ao som de Bad Reputation e I Love Rockn’roll, onde as guitarras da Joan e do Dave praticamente transaram de tanta conectividade, fecharam a incrível noite com Everlong, depois que Joan se retirou do palco.

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O momento “Everlong” foi um dos mais belos do show pra mim: “Let’s f#cking dance!” Gritou Dave, mostrando que sua voz está mais poderosa do que nunca… E as luzes se acenderam e foi um show à parte da iluminação que mostrou toda a galera unida dançando ao som de Everlong! “If everythig could ever feel this real forever! If Anything could ever be this good again!” O refrão perfeito da música perfeita para a ocasião perfeita.

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Depois do show, muita gente passava mau, muita gente chorava de alegria – vi o Cadú, vocalista do Kiara rocks chorando demais lá – e percebi que para todos, sem exceção: Foi uma grande inspiração.

Não só pelo Cadú, para as bandas novas do Brasil… Mas os comentários do pessoal falando “Cara, rock puro!” e tantos outros mostram que o Foo rock é o melhor da atualidade, pela sua grande performance, pelo seu carisma e inspiração.

À essa altura do campeonato já tinha me perdido do Jordan de novo, a bateria do smart tinha acabado de se esgotar –filmei algumas poucas músicas ainda, minhas favoritas –, depois de me despedir do grande brother de aventura, Tiagão, tentei voltar pro jockey porque o Jordan me esperava lá, mas foi barrado pela segurança, e não estava afim de dar uma de “impostor”, poderia dar mais problemas ainda. Pedi pra umas duas pessoas totalmente desconhecidas mandarem mensagem para o Jordan pra mim! Não fiquei desesperado, mas um pouco preocupado porque teria de atravessar São Paulo sozinho na pior das hipóteses, e nunca tinha feito isso, mas eu sabia o que tinha que ser feito.

Encontrei a Camila, amiga do twitter, nessa busca pelo Jordan! Ficamos nos olhando, entortando o pescoço, pensando “Peraí, será que é ele/ela mesmo?”. Foi divertido.

Correndo o risco de perder o metrô, cheguei à estação, encontrei o Jordan lá, por muita sorte e pelas minhas preces em excesso também. E mesmo assim perdemos o metrô. Ficamos pedindo muita informação de táxi, de ônibus – quem não se comunica se estrumbica! Diz meu tio hehe – e ficamos uma hora lá “perdidos” em Sampa… Junto com muita gente que tinham sido “deixadas” pela famosa e “encrenqueira” CPTM.

Finalmente pegamos um táxi. O preço ficou um absurdo, porque a cada metro andado aquele medidor maldito de metros deixava nosso bolso cada vez mais vazios. Enfim chegamos na Penha, perto da Vila Matilde.

Tivemos de andar um bocado antes de chegar na casa deles, e foi uma longa caminhada muito difícil! Naquela mesma hora estava acontecendo a procissão de páscoa, com mais de 15 mil pessoas, segundo o tio do Jordan, e sentimos que estávamos peregrinando mesmo! Pagando os pecados: Sem grana, com fome, eu morrendo de sede, porque deixei de comprar água no final do show pra encontrar o Jordan e Kelly, e fiquei muito desidratado.. Estava sem voz quase, eu não sentia mais minhas pernas de tanto pular, estava muito queimado pelo sol no “lombo” que tomei –só senti meu corpo arder na hora que estava na cama – só que tudo, tudo valeu à pena! Faria tudo outra vez e mais um pouco. Minha viagem e do Jordan pra São José do Rio Preto que fizemos para assistir o documentário do FF não passou nem perto nessa grande “aventura” que foi em Sampa.

Jordan, serei eternamente grato!

Depois de várias dívidas, dificuldades, felicidades, muitas, muitas, este foi o melhor fim de semana da minha vida, com muito orgulho!

Não foi fácil, não foi barato, mas valeu, valeu muito à pena!

Espero que tenham gostado!! Não sei se ficou tão bom assim o texto, mas podem ter a certeza que foi muito honesto! ,E isso é o que importa! É uma das coisas que o Dave ensinou/ensina pra gente. (=

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Entenda o diferencial que a série tem das outras e o porque ela tem conquistado fãs a cada episódio

 

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The Voice é uma série que veio para bater de frente com o American Idol, selecionando as melhores vozes e revelando novos talentos. Diferente do Idol, The Voice seleciona só as melhores vozes para serem mostradas para os jurados. Esse jurados são também chamados de mentores, que são 4 grandes personalidades da música americana: Blake Shelton, Cristina Aguilera, Cee-Lo Green e o Adam Levine.

Como funciona?

São diversas etapas, a primeira são os Blind Auditions, que são quando os mentores ficam de costas para o palco e só ouvem a voz do candidato, caso ele goste, ele aperta o botão que o faz querer aquele candidato e sua cadeira se vira para poder vê-lo. A graça aí são as brigas que tem quando mais de um mentor quer um cantor, dai eles ficam tentando convencer o candidato a ir para seu time. Na primeira temporada, cada mentor ficava com 8 cantores contabilizando 32 cantores escolhidos, nessa segunda temporada serão 12 cantores para cada mentor, dando no total 48 vozes diferentes.

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A 2a. etapa são as batalhas, onde os mentores escolhem 2 de seus cantores para fazer um duelo, e depois da apresentação o próprio mentor tem que escolher um só para seguir em frente. O legal é que para ganhar, o cantor tem que não só querer aparecer, mas saber usar seus talentos na hora certa.

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As quartas de finais já voltam as audições. Na realidade não sei se devemos chamar assim, pois agora na 2a. temporada não sobrarão 4 em cada time e sim 6. Também não dá para prever como será a eliminação nessa fase, já que na temporada passada eram 4 e ficavam 2, um escolhido pelo público e outro pelo mentor. Imagino que dos 6 sobrarão 2 também. Também nessa fase tem uma apresentação especial dos participantes com seu mentor.

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As semi-finais é mais uma audição em que o cantor canta uma música cover, e para ir na final ele terá que somar 2 porcentagens, uma dada pelo mentor, e outra pelo público. Por exemplo, na temporada passada o Javier Colon recebeu 65% do Adam Levine e sua concorrente Casey Weston 35%, dai na votação do público ele somou mais 73% dando no total 138 pontos.

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A final o cantor já tem que apresentar uma música própria e ele faz uma apresentação com o seu mentor, pra mim isso ajudou muito a decidir o vencedor na temporada passada, já que o Javier Colon fez 2 performances impecáveis, então além de ser o favorito ele fez por merecer ser campeão na 1a. temporada.

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Observações: Ao assistirem a série vocês percebem o estilo de cada mentor, eu torço muito pelo time do Blake e do Cee-lo. Gosto do estilo do Blake porque ele tem muito carinho pelas pessoas que ele escolhe, na temporada passada, era perceptível que ele tinha muito carinho pela Xenia e pela Dia Frampton. Já o Cee-lo faz a apresentação do seu cantor ser um verdadeiro show, com luzes, roupas e efeitos.

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Observação 2: Na 1a. temporada, desde o principio o Javier Colon era o favorito, pela sua primeira audição, e ele realmente acabou ganhando. Vamos ver se isso acontecerá nessa segunda temporada também, já que temos um franco favorito, Jesse Campbell.

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Observação 3: No Reino Unido terá um The Voice também que promete, pois tem como mentores: Jessie J, will.i.am, Tom Jones e Danny O’Donoghue, o vocalista da banda The Script. Fiquem espertos com o lançamento por lá para acompanharmos também.

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Observação 4: Foi graças ao The Voice que o Adam Levine e a Christina Aguilera se uniram para criar a música Moves Like Jagger, alias, parece que a primeira apresentação da música foi no próprio programa

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A série foi baseada num programa holandês com o nome “The Voice of Holland”, e agora está sendo apadrinhada por diversos paises. Diversos canais brasileiros estão correndo atrás do direito para poder produzir um The Voice no Brasil. Se isso acontecer, acredito que a Globo seria a mais indicada, por ter o poder de chamar famosos de peso para participar do programa.

Esse post foi feito logo após as blinds auditions da segunda temporada e espero conseguir incentivar vocês a assistirem a série, que faz você torcer, se emocionar, vibrar, arrepiar. Só assistindo para entender. Dá tempo de acompanhar a 2a. temporada pessoal.

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Primeiro post da série “Melhores Momentos 2011” falarei do que eu ouvi mais nesse ano de 2011, sendo novidades e o que continuei ouvindo dos outros anos.

Como é de praxe em todos os anos, ouvi muito Blink-182, Daughtry, Foo Fighters, Millencolin, New Found Glory. Os três primeiros por exemplo tiveram uma preferência também por causa que as bandas lançaram álbuns novos. O do blink-182 foi especial, porque fez esse blog estourar de visitas graças a indicação que o site da MTV. Alias esse álbum foi muito esperado e me agradou, sinceramente não esperava algo do gênero, só que tenho que dizer infelizmente que não é mais o blink-182 que eu era viciado na minha adolescência, não se é porque eu amadureci ou acabei enjoando mesmo.

Daughtry foi a banda que eu mais ouvi em 2011, ainda mais no 2o. semestre, fiquei empolgado com o lançamento do novo álbum e ouvia sem parar, é incrível como eu não enjôo das músicas. Foo Fighters também veio com seu álbum Wasting Light que na primeira vez que eu ouvi não acostumei, hoje acho um disco foda.

Esse ano também eu acabei ficando bem mais eclético, voltei aos tempos de infância e ouvi muito Claudinho e Buchecha e Cidade Negra. Além disso conheci algumas bandas que marcaram meu 2011, como The Script, Current Swell, Alpha Rev e Fuel. E graças ao espírito do Rock in Rio, ouvi bastante as bandas clássicas: Queen, Metallica, AC/DC e Guns N’ Roses.

Fazer uma pequena playlist das músicas que pra mim mais me marcaram esse ano:

blink-182 – Heart’s All Gone

Foo Fighters – Walk

Daughtry – Crawling Back To You

Claudinho e Buchecha – Nosso Sonho

Cidade Negra – O Girassol

The Script – The Man Who Can’t Be Moved

Current Swell – Chestermans Valley

Fuel – Shimmer

Alpha Rev – New Morning

AC/DC – TNT

Guns N’ Roses – Sweet Child O’ Mine

Queen – Bohemian Rhapsody

Metallica – Battery

SIAM SHADE – No Junjou Na Kanjou

Robbie Williams – Let Me Entertain You

Móveis Coloniais de Acaju – O Tempo

Dido – If I Rise ( Trilha do filme 127 Horas)

Five For Fighting – Chances

Quero comentários de vocês. O que vocês mais ouviram em 2011. Comentem!

Cov

 

Hoje é a data de estréia do terceiro álbum do Daughtry, depois de mais de 2 anos de espera.

Falar desse disco não é uma tarefa fácil, ainda mais que é difícil não querer compara com os outros dois trabalhos. O primeiro álbum foi primoroso, transformou o Daughtry em um dos “Idols” mais bem sucedidos, isso porque ele ficou em 6o. no programa.

Já o segundo álbum (Leave This Town) pareceu mais melancólico, parecia que o Chris não usou todo seu potencial vocal nesse álbum, mas mesmo assim todas as músicas são muito boas.

Agora em Break The Spell, as duas primeiras faixas fazem parecer que o disco todo vai ser uma pauleira só. Já na 3a. faixa as músicas já começam a ficar mais calmas, estilo do Leave This Town. Porém logo as músicas voltam a ter picos da voz forte do Daughtry e te deixa pilhado de novo. Tem uma faixa (Losing My Mind) em que o Daughtry chega até a afinar a voz.

Considerações Finais de Break The Spell: Te surpreende, você não sabe o que esperar, tem músicas de vários estilos, se você gosta de ver o Daughtry cantando uma música mais agitada tem, uma música mais tranqüila também tem. Não acho que é o melhor trabalho dele, mas com certeza agradou e muito.

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Alguns não esperavam, mas hoje, dia 14/09/2011 acabou vazando na rede o novo albúm da banda blink-182, o Neighborhoods. E sim, já ouvimos!

Sinceramente, diferente dos outros fãs da banda, eu não estava tão animado com o Cd, não achava que seria tão bom, porém me surpreendi positivamente. Depois que a banda tinha feito um hiatus, os integrantes acabaram montando duas bandas, o Angels and Airwaves e o +44. Expliquei isso porque o que melhor define Neighborhoods é a mistura dos dois trabalhos, algumas músicas lembram muito o que foi feito no +44, outras lembram o Angels, e outras lembram mesmo o blink-182, aquele bem punk, tipo do álbum Dude Ranch.

O fato é que, é um disco mais maduro que todos os outros, a banda juntou todas as experiências de vida, até com as bandas paralelas, e fez esse album em homenagem aos fãs, que nunca deixaram de gostar de banda, torceram muito para que eles voltassem, e esperaram 8 anos por esse trabalho. E ainda digo, compensou a espera.

Segue o link para download: http://newalbumreleases.net/39688/blink-182-neighborhoods-deluxe-edition-2011/

Sambô

Publicado: agosto 19, 2011 em Música
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Num belo dia, estou numa roda de amigos conversando, do nada surgiu um assunto que uma banda chamada Sambô ia tocar por perto da minha cidade, e o pessoal da roda todos conheciam essa banda, menos eu. Todos diziam que era muito boa, quis saber sobre o que se tratava. Era uma banda que transformava músicas de rock, MPB ou outros gêneros para samba. Não sou fã de samba, mas tem algumas bandas que eu gosto, e resolvi arriscar. Me impressionou muito.

Músicas como “Mercedes Benz” da Janis Joplin, “Rock’n Roll” do Led Zeppelin ou “I feel good” de James Brown, são cantadas por Daniel San (voz e pandeiro) com sua voz característica de rock e acompanhadas por cavaquinho, tan-tan, rebolo…instrumentos típicos de uma verdadeira roda de samba.

Bem galera, segue abaixo a minha música da banda Sambô, espero que vocês também gostem: