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Título Original: The Boondock Saints

Gênero: Policial

Sinopse: Esta é a eletrizante história dos irmãos MacManus, dois devotos católicos irlandeses com um surpreendente senso sobre certo e errado. Seus caminhos cruzam-se com os dos chefes da máfia do sul de Boston, alvos que eles decidem eliminar, já que o FBI não tem poder para detê-los. Embora da classe trabalhadora, Connor e Murphy vivem fora do controle social. Eles questionam seus próprios conceitos de justiça, porém sentem-se perdoados. Afinal, eles não matam indiscriminadamente, mas escolhem quem vive ou morre. Mais que uma história sobre justiça. Santos Justiceiros é um filme que questiona a ética do sistema legal onde autores de crimes cruéis vivem livres, expõe o submundo e acende uma luz onde poucos ousam olhar…

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Sabe aqueles filmes que você quer assistir para se divertir? Acho que essa é a melhor forma que eu posso definir o que é Santos Justiceiros, um filme extremamente divertido. Ele é completamente diferente de qualquer filme que eu já vi. Só do fato dos personagens principais serem assassinos e depois de fazerem seus serviços, eles oram pelo morto, é algo que achei genial.

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Alias é bom falar que os personagens principais são muito carismáticos. Representados pelos atores Norman Reedus (Daryl da série The Walking Dead) e Sean Patrick, eles carregam o filme com atuações empolgantes, juntos tiveram uma ótima sintonia. Só que a melhor atuação do filme fica com o ator Willem Dafoe, que faz um detetive do FBI que é gay e fica sempre reconstituindo os estragos feitos pelos irmãos MacManus. Um personagem que aparece do meio do filme pra frente e que também é bem divertido é o Rocco, interpretado pelo ator David Della Rocco. O frenesi que ele entra no filme é muito bom, pra mim o filme realmente começa quando ele entra em cena.

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Outro diferencial do filme, é que ele primeiro mostra a cena do crime com os detetives tentando interpretar o que aconteceu, e depois mostra a cena real como que foi, só a cada cena, sempre eles fazer um jeito de interpretação diferente para que isso não ficasse maçante durante o longa. Por exemplo, uma hora o agente Paul Smeacker começa a representar toda a cena do crime fazendo poses com a arma e tudo mais.

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Com uma história diferente das outras e com uma direção apenas simples, Santos Justiceiros é um filme que abusa da violência e se aproveita de uma fotografia estilosa bem estilo Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, agradando a todos que gostam do estilo dos 2. Esse é um filme que eu indico a todos, é diversão garantida.

Nota: 9/10

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Olá, sou Pedro Voltera e estou aqui hoje a pedido do meu brother Vinícius Monteiro (Moby), mas não só a pedido dele, mas também porque precisava compartilhar com as pessoas a minha incrível experiência do Festival de música Lollapalooza que agitou São Paulo esse fim de semana.

O festival Lollapalooza vem sendo realizado desde 1991, e foi criado pelo vocalista da banda de rock alternativo Jane’s Addiction: Perry Farrel; como turnê de despedida de sua banda. Apesar dos inconstantes locais do festival, em 2005 ele foi fixado oficialmente em Chicago.
Em 2011 o festival aconteceu pela primeira vez no exterior: no Chile. E em 2012, juntamente da versão do Chile, o festival veio para o Brasil pela primeira vez, no Jockey Club em São Paulo.

Contarei a saga do Lollapalooza apenas do dia 7 de Abril, do dia do Foo Fighters, que foi o que fomos, porque apesar das outras boas atrações, o festival era deles, isso é inegável.

Como fã incondicional de Foo Fighters a uns 4 anos, almejava muito por um show deles em terras tupiniquins, e ano passado quando o show deles foi anunciado aqui, apesar de sido muito cogitada a vinda deles no lolla daqui, e estar também óbvio para os fãs que tocariam no Lolla, todos foram à loucura no anúncio oficial.

Uma boa ressalva sobre a banda: O criador do FF, Dave Grohl, era o antigo baterista da lendária banda grunge Nirvana, uma das mais influentes, senão a mais influente, banda dos anos 90.
Depois do trágico final culminando no suicídio de seu vocalista Kurt Cobain, Dave, muito abalado, decidiu superar esta “sombra do passado” e fazer uma nova banda, nada haver com seu “antigo projeto”: Desta vez empunhando uma guitarra e cantando. Apesar de ter sido muito criticado pela mídia alegando ser uma “ressurreição do nirvana” (tanto é que ele chamou o guitarrista Pat Smear do Nirvana pra tocar com ele, mas não chamou o baixista Krist Novoselic pra não causar tanta polêmica assim), superou suas inseguranças e as polêmicas e conseguiu chegar onde está por este “estopim”, considerado por muitos como um ato heroico.

É por este e tantos outros motivos que o Foo Fighters tem tantos seguidores: Dave esbanja carisma, não só em suas apresentações, mas em seu jeito humilde de ser. É considerado por muitos o maior Rock Star da atualidade, mas não é à toa: Foi um grande e longo caminho até o “estrelato”. Fato contado um pouco no recente documentário sobre a banda chamado “Foo Fighters: Back n’ Forth”, onde contam que uns dos “segredos” de seu sucesso é a persistência, paixão, paciência e muita determinação pela música, pelo rock.

A cada disco lançado, desde o primeiro “trabalho” intitulado “Foo Fighters” propriamente dito (em que o Dave gravou todos os instrumentos sozinho em uma fita cassete, e que em apenas isso, virou essa “monstruosidade” toda que é hoje) até seu mais recente trabalho oficial gravado em estúdio no ano passado, intitulado “Wasting Light”, era hit atrás de hit que eles faziam, conquistando sempre as paradas de sucesso, ganhando diversos prêmios, inclusive 5 Grammys, de 6 categorias disputadas recentemente. Ganhando diversos fãs por todo o mundo, levando sempre o Rock puro, do jeito que eles achavam que deve ser feito: Por pessoas honestas, com suas imperfeições, mas que o som soasse puro, do jeito humano, e não com a ajuda de computadores, de playbacks. Tinha que soar realmente como eles eram. E foram por estes discursos e inspirações que sempre faziam questão de falar, que se consagraram uma das maiores, senão a maior, banda de rock da atualidade.

Do anúncio do show ao show em si, foram 6 meses. E que longos 6 meses!
Na realidade os dias passaram muito rápido pra mim, mas nas semanas, nos dias que antecederam o evento… Demoro demais! “Mais que todos os 6 meses!” Foi minha impressão!

Apesar de bastante gente de Tupã city gostar de Foo Fighters (não tanto quanto o meu fanatismo), era uma “aventura” bem cara, e sim, foi! E isso “afugentou” nossa galerinha aqui da cidade, e com toda “cara-de-pau” e coragem, Jordan, Kelly – sua namorada – e eu partimos para a longa viagem para ver os Foos!

Longa viagem mesmo! Não é fácil para os moradores do interior de São Paulo ir para a capital, principalmente de carro, como fomos, porque é bem longe, perigoso e acaba sendo caro, cansativo, e tantas outras dificuldades enfrentadas.

Depois de arrumarmos a mala, e sairmos quinta-feira (5 de Abril) às 20:30h mais ou menos daqui, pegamos quase 600 Km de ida, e depois mais este tanto de estrada na volta, ou seja, mais de 1000 Km para realizar um grande sonho!

A viagem em si na parte da noite foi tranqüila, porque já que era estrada que não conhecíamos, fomos bem devagar e com muito cuidado. Paramos no Mc Donalds de Marília pra fazer um lanchinho, e por causa disso demos uma atrasada também.
Apesar de relampejar muito, e com várias previsões de chuva, choveu bem pouco: Apenas entre Bauru e Botucatu.
Só que apesar de tranqüila em relação ao nosso cuidado em excesso e trânsito – muitos carros estavam indo para o interior passar a páscoa com a família, e nós deixamos nossas famílias pra curtir o melhor do rock, – a viagem foi muito cansativa na sua parte final. Nosso maior inimigo foi o cansaço, sem dúvidas! E Estressante também, porque já em São Paulo, na marginal, o GPS indicava caminhos imprecisos e incorretos – nunca confie plenamente em uma máquina!

Jordan foi um cara muito ponta firme! Sempre foi! Mas ele foi a única pessoa que não podia! E não dormiu na viagem! Mas é claro! Senão eu não estaria digitando aqui e agora. hehe

Nosso destino antes do show era a casa dos tios do Jordan, na zona leste de Sampa, Vila Matilde, em um recém condomínio. E que tios! Foram muito acolhedores com nós. Senti-me extremamente confortável em todo o tempo em que estive lá, me senti fazendo parte da família quase!
Da saída às 20:30 da quinta, chegamos na casa dos tios às 5:30h, dando tempo de tomar um rápido cafezinho e depois dormir bastante.
Bastante “entre aspas”, porque às 11:30 eu já estava de pé e um por um foi acordando. Legal que tinha uns primos lá do Jordan que já estavam de saída porque tinham ido assistir ao show do Roger Waters (ex-Pink Floyd), portanto os tios dele já estavam acostumados a receberem várias visitas mesmo. Mas sempre com o ar da serenidade e da graça.

Na sexta, tínhamos um dia inteiro livre (apesar de dizerem que já tinha fila pro show desde quinta à tarde), decidimos chegar lá no sábado cedinho na fila. E assim o fizemos. Mas na sexta demos uma rápida passeada em Sampa com os tios do Jordan, para depois descansarmos bastante para o grande dia!

Sábado de manhã acordei cedinho, tomei um bom banho, me troquei, tomei o melhor café da manhã da minha vida – também, estava morto de fome! – e com a ansiedade aumentando cada vez mais, fomos para o metrô.
Foi a primeira vez que andei de metrô, adorei! E achei super fácil. Também, demos sorte dele não estar lotado! Porque dizem que quando está a pico, fica intransitável!

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Desembarcando na estação, dava pra ver aquela galera toda com camisetas do Foo Fighters, tinha Nirvana, Ramones, e muitas outras. Como dizem, esse é o “abadá” dos roqueiros para os shows! Eu, representando, claro, com a camiseta do “fã clube oficial” do FF no Brasil do show de São Paulo!

Tivemos de andar um bocadinho até o jockey, e viam-se muitas as pessoas já vendendo camisetas do Foo Fighters pelo caminho! Gente como a gente querendo ganhar seus trocados.

Chegando na fila umas 9:30, 10h, vimos todos com os ingressos na mão e com um recibo do ingresso. Foi o primeiro imprevisto: “Vish, esquecemos dele!” Dissemos um para o outro nos olhando com cara de preocupados. Mas por sorte não precisava dele… Só o ingresso e o comprovante de estudo, caso você fosse um estudante – que era nosso caso.

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Logo na fila tinha muitos brindes a serem vendidos: Botons, camisetas e afins. E fiquei maravilhado em ver a variedade de camisetas do Foo Fighters que o pessoal tinha! Era uma mais bonita que a outra.

Não ficamos nem duas horas na fila e os portões cerca de meio-dia já se abriram. A fila já estava enorme! E os fãs mais aficionados pelo FF já correram pro palco onde ia ser o show deles – tinham 3 palcos no lolla, e o do Foo logicamente seria a última atração do palco principal.

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Achei que era muito viciado! Mas tem gente muito mais que eu. Até me senti extremamente normal lá!
Não digo isso pelo fato só da grade, me arrependo de não a ter pegado, ficado mais pertinho deles… Mas fui ao intuito de aproveitar o festival todo, e não só o FF.
Não me arrependo não, quer dizer, não tanto. Mas da próxima – segundo o Dave, terá uma próxima… eu arriscaria dizer daqui uns 2 anos! – pegarei grade!

Entrando no evento, e batendo muitas fotos já – pena que a bateria da câmera não durou pra noite, logo na parte em que eu mais precisava – cada vez mais ficava maravilhado. O Jockey é lindo! Já tinha ido lá, mas transitar por ele inteiro, e todo estruturado para o Lollapalooza, foi demais!

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Logo na entrada já estava o logotipo bem grande “Lollapalooza”, fantástico! Muita gente tirando fotos dele. Só por isso já dava pra sentir que ia ser algo esplendoroso.

Muita gente chegando, muita gente feliz, muita gente diferente, de todos os tipos, de todas as raças, de todos os gêneros, de todos os cantos do país, e até do mundo! –sim, tinha até gringos lá – todos para curtir bons shows. Ou no caso: A grande maioria para curtir “O Show”.

Dizem que a música tem o poder de unir as pessoas, e é verdade mesmo, estava evidente lá. Muita gente ralou pra estar lá, muito mais ou muito menos que eu, mas foi um sacrifício de todos. A começar, por exemplo, pelo grande manifesto dos fãs na internet.
Se não fosse por nós fãs desejarmos tanto um show deles aqui, fazendo tantos “protestos e manifestos” via twitter, se não fosse pela nossa grande vontade, eles não viriam aqui, certamente! Homenagens no aniversário do Dave, encontro de “foofans”, vídeos feitos, e promoções, e um bocado de coisas. Foi sim uma “longa jornada”.
O custo para trazer uma banda deste porte não deve ser nada barato, e ainda mais para um país onde o povo não dá o devido valor ao rock. Isso tudo dificulta, mas enfim, conseguimos, é o que importa. Foi/É uma vitória para qualquer fã.

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Uma amiga que sempre me ligava quando eu estava chegando na fila, a Marília de Marília! Natalia, Karina, Fernanda, Liandra, Ícarus, Astor, vish, tanta gente que eu queria encontrar lá mas não consegui! Na realidade só encontrei duas pessoas: A Camila, no final do show ainda. E o Tiagão! Grande “FooFriend” que sempre conversava com ele via twitter, e ele me reconheceu na entrada! Ainda bem que ele já tinha me visto na twitcam e me reconheceu, porque eu não ia reconhecê-lo! haha

Poxa, eu e o Tiagão ficamos juntos o evento inteiro, mesmo quando me perdi do Jordan, fiquei em sua companhia! Conversamos à beça sobre tudo, ficávamos bem ansiosos cada vez mais aguardando o show, e demos muitas risadas! Foi uma prova concreta que as amizades da internet existem pra valer e podem ser tão verdadeiras quanto as de perto! E só consagrou o poder da #Foofamily! ~fuckyeah. Haha

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A loja oficial do Lollapalooza, cara as coisas, demais! Até a comida e a bebida, e tudo que tinha lá. Mas esta é uma das intenções capitalistas infelizmente, né? Fãs pagam qualquer coisa na hora, e é assim que eles lucram, mas faz parte, fazer o que.

Tinha uma área – barracão – no meio do jockey mais ou menos, onde consegui descansar um pouco no meio da tarde, depois de curtir um pouco o Cage the Elephant, Salazar, e um pouco do Marcelo Nova, e ouvindo o Rappa também.
Nesta área tinha vários cabos USB pra carregar diversos aparelhos. Foi aí que consegui carregar um pouco meu smartphone, mas carreguei um pouco – até a metade – porque ele demora muito pra carregar, e não queria ocupar tanto o tempo da galera, e era perigoso alguém roubar, cá entre nós, né… Isto sempre é possível. Foi nesta hora também que de tanto usar o 3G, ele parou de funcionar no evento, e nem as chamadas mais funcionavam! Ou seja: 75 mil pessoas de celular = pane no sistema legal.
Eu e o Tiagão fomos pra uma cabine que ficava nessa área, pra tirarmos 4 fotos quase simultâneas, que nem existe nos EUA, achei demais! E ela foi logo postada no FB – foi onde minha mãe me viu e achou que o Tiagão estava me “desvirtuando” (foi essa a palavra que ela usou! rs), basicamente só porque ele tinha tatuagens do FF! “Mãe careta” é complicado. hehe

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Essa hora já tinha me perdido do Jordan…Precisei ligar pra mãe pra eu marcar um lugar de encontro com o Jordan antes do show, e nos encontramos!

Chegamos na arena umas 2h antes do show do FF, mas já estava hiper lotado, não tinha nem condições de se mexer lá, quem me dera andar por lá!

Fomos indo pra frente cada vez mais que dava, mas estava muito apertado mesmo!

Finalmente o grande momento chega, o momento em que todos estávamos esperando, o verdadeiro motivo por todas as lutas, pensamentos e ansiedades nossas!

No escuro, no horário em ponto, o Foo Fighters entra rasgando tudo com suas poderosas guitarras e a bateria sendo marretada com violência pelo Taylor.

A galera gritava demais, chorava, pulava, e a energia, o clima do local começa a esquentar! A noite fria se tornava quente a cada dedilhada furiosa dos Foos!
Dave abre o show com a esperada All My Life (setlist idêntica em seu show passado, na Argentina), levando a galera ao delírio. Pulando insanamente ao som estridente da All My Life, emendada com a versão original e mais agitada da Times Like These, e trombando, pulando, se esfregando, foi uma loucura total o começo do show!

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Eu estava mais ou menos no meio do meio da multidão, mais para o lado direito, e tinha uma “torre de equipamento” maldita na minha frente, tampando o meio do palco.. Tive uma visão ruim do palco em si, mas que recompensava pelo fato dos telões enormes. Só conseguia ver, bem pequeno mas perfeitamente, o Chris (guitarrista solo), e um pouco do Pat (guitarra base, de apoio, ex Nirvana). Mas ao longo do show a galera foi se acalmando, o aperto foi diminuindo até parar, até que ficou confortável, de certo modo.

Durante o show, nossa, passou um flashback em minha cabeça, do passado, presente, futuro… Lembranças muito pessoais, muito intensas! Emocionei-me em diversas partes, senti arrepios, calafrios, gritei demais até quase perder a voz, pulei muito, e dançava, e imaginava, e curtia, e ficava muito, mas muito feliz!

É muito difícil escrever como me senti, acho que é impossível chegar a uma exatidão em alguma descrição. Mas eu particularmente me senti a pessoa mais sortuda do mundo…

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Vieram várias conquistas em minha mente, várias coisas a serem feitas… Várias coisas que tive de passar para estar lá… Pensei muito nas pessoas extremamente importantes que conheci por causa da banda, pensei em algumas perdas que tive por causa da banda, escolhas. Na hora era impossível ficar triste, por isso em cada letra que o Dave pronunciava, aquele tipo de letra “metafórica” que serve para você em vários momentos de sua vida, que tanta gente se identifica, de diversas formas, ecoou fortemente dentro de mim, e tive uma perspectiva melhor das coisas… É estranho falar isso, tentar explicar isso, mas foi o que me veio… De alguma forma, eu precisava muito daquela sensação.
Vi que tudo era possível, e que o impossível era apenas uma questão de opinião. Fiquei muito sereno e tranqüilo, e em momento algum deixei de vibrar com todas as minhas forças aos sons que mais marcaram a minha vida.

Fiquei sempre “dentro de si”, não perdi o controle radicalmente das minhas emoções – só o básico! haha – e sempre com aquela sensação de auto-estima enorme: “Porr@, se eu pular de um prédio, eu sinto que eu posso voar, que se foda tudo, eu consigo!”. Esta última frase definiria algo bem resumido do que senti na hora.

Como eu estava longe do palco, muitas vezes eu só fechava o olho, e dançava, e gritava com todas as minhas forças.

O Dave sempre dizia querer fazer o último cara lá no fundo se sentir bem pertinho com seu som do caralh#, e foi realmente isso que funcionam as coisas com o Foo Fighters: Mesmo eu, não tão distante, mas longe dos caras, me senti muito pertinho e confortável.

Que sensação incrível! “É isso que um verdadeiro show da banda que você ama pode causar? Eu quero mais!” Foi uma das milhares coisas que pensei.

A banda, sua performance? Maravilhosa, imbatível, divina! Eles mostraram para todos porque são os melhores, sem sombra de dúvidas. A voz do Dave falhar? Ela estava mais poderosa do que nunca!

O Dave, ele é demais, mesmo! Tinha o público em sua mão, à todo tempo! Desde os gritos até as partes mais silenciosas do show. Com sua carisma, sua humildade, sua honestidade e talento, fica tipo.. Impossível não gostar dele.

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Até mesmo os que não gostam de Foo Fighters, admitem seu valor, sua importância no cenário musical. Eles são uma das poucas bandas que sobreviveram à transição do rock dos anos 90 para o século 21. Este foi bem desvalorizado na mídia. Não que ele tenha “morrido”, “Jamais!” Sempre ressaltava Grohl ao longo de sua turnê pela América do Norte e Europa. E até hoje… “Vai perguntar pros caras do AC/DC pra ver se eles acham se o rock morreu!?”. Foi por estas e outras palavras, que Dave cada vez mais conquistava seus fãs. Mas não era pra impressionar ninguém não, era a pura verdade. E isso que fazia a diferença.
“Música têm que ser feita com isso aqui ~ apontava para a cabeça ~ e isso aqui ~ apontava para o coração ~ e não com computadores do caralh$!” Sempre repetia ele. Não quer dizer que essa sua opinião mostre que ele odeie os outros tipos de música, não, pelo contrário! Mas o que falta muitas vezes é o elemento humano, não na música, mas em tudo na vida. Isso é algo que todo “foofan” guarda consigo, e que todos deveriam ao menos saber, é essencial.

No show, Dave corria de um lado para o outro, e a cada corrida, parecia que ele olhava nos olhos de cada pessoa… É isso que diferencia o Foo Fighters das demais bandas: Sua consideração enorme que tem pelos fãs. Ele agarrou a bandeira do Brasil tacada pela minha amiga Nathália, nossa, que orgulho!

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Pensei que ia perder demais “a linha” no show (até que nem tanto, haha), mas de uma coisa é fato: Tirando a loucura do começo, depois, de todas as coisas que eu senti, que eu pensei… Imaginei estar em um bar, reencontrando velhos amigos para tomar aquele chopp, jogando conversa fora, falando sobre tudo e não dizendo nada, com muitas gargalhadas e sorrisos… que conforto tremendo que eu senti! Era evidente que aquela “genialidade toda” do Dave e sua trupe era tudo verdade. Na realidade, nem era a genialidade em si (falando em genialidade, Dave ano passado tinha ganhando um prêmio da música “God Like Genius”, e ele em resposta: “Hey, vocês estão dando esse prêmio a um baterista, sabiam? Dedico esse prêmio ao Kurt!” ) que chamava a atenção, e sim sua humildade.

Bom ver que tudo na vida do Foo foi se ajeitando, bom ver que no longo caminho deles, eles amadureceram demais! Cresceram demais. Eles só se deram conta do tamanho, de toda a influência da banda, e 2008, no seu maior show, no Wembley Stadium. Lindo, lindo! Tanto é que no final Dave se emociona pra valer na “Best of you”.

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Sempre fazendo aquilo (música) do jeito que achavam certo, sem influências (não pelo menos diretas), mantiveram sempre o bom e velho pique do verdadeiro e sem frescuras rock ‘n roll! Atitude, mas ao mesmo tempo “comportado”, o que gera controvérsias a muitos que se acham “rockeiros de verdade”, como babacas achando que o rock é “sexo, drogas e rock n’ roll”, como era a visão de antigamente.

Grohl sempre deixou evidente seu lado paternal, tendo duas filhinhas que adora muito – e que às vezes a leva para seus show – e é a prova viva, para acabar com todo o preconceito de que o rock não é marginalização, rock é feito por músicos tocando seus instrumentos de uma forma honesta e quase nunca perfeita, do jeitinho que deve ser.

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Entre climas mais agitados e calmos do show, Dave sempre no intervalo das músicas parava pra conversar com o público. Se desculpando por fazer nós brasileiros esperarmos longos 11 anos desde o Rock in Rio 3 quando o Foo veio pela primeira e única vez. Na melhor parte do show, na Best of You, onde a galera com o flashmob – manifestação organizada pelos fãs na internet – ergueram as folhas escrito “Oh… oh ôh” deixaram os Foos muito surpresos, até emocionados, rolando até, dizem por aí, algumas lágrimas. Mas eles logo se recomporam, fizeram um grande drama no Bis, pedido para a galera urrar pelo seu retorno, voltando e mandando vários clássicos da banda, que só os veteranos conheciam, e com a incrível presença da Joan Jett, dando um forte e demorado abraço no Dave, ao som de Bad Reputation e I Love Rockn’roll, onde as guitarras da Joan e do Dave praticamente transaram de tanta conectividade, fecharam a incrível noite com Everlong, depois que Joan se retirou do palco.

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O momento “Everlong” foi um dos mais belos do show pra mim: “Let’s f#cking dance!” Gritou Dave, mostrando que sua voz está mais poderosa do que nunca… E as luzes se acenderam e foi um show à parte da iluminação que mostrou toda a galera unida dançando ao som de Everlong! “If everythig could ever feel this real forever! If Anything could ever be this good again!” O refrão perfeito da música perfeita para a ocasião perfeita.

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Depois do show, muita gente passava mau, muita gente chorava de alegria – vi o Cadú, vocalista do Kiara rocks chorando demais lá – e percebi que para todos, sem exceção: Foi uma grande inspiração.

Não só pelo Cadú, para as bandas novas do Brasil… Mas os comentários do pessoal falando “Cara, rock puro!” e tantos outros mostram que o Foo rock é o melhor da atualidade, pela sua grande performance, pelo seu carisma e inspiração.

À essa altura do campeonato já tinha me perdido do Jordan de novo, a bateria do smart tinha acabado de se esgotar –filmei algumas poucas músicas ainda, minhas favoritas –, depois de me despedir do grande brother de aventura, Tiagão, tentei voltar pro jockey porque o Jordan me esperava lá, mas foi barrado pela segurança, e não estava afim de dar uma de “impostor”, poderia dar mais problemas ainda. Pedi pra umas duas pessoas totalmente desconhecidas mandarem mensagem para o Jordan pra mim! Não fiquei desesperado, mas um pouco preocupado porque teria de atravessar São Paulo sozinho na pior das hipóteses, e nunca tinha feito isso, mas eu sabia o que tinha que ser feito.

Encontrei a Camila, amiga do twitter, nessa busca pelo Jordan! Ficamos nos olhando, entortando o pescoço, pensando “Peraí, será que é ele/ela mesmo?”. Foi divertido.

Correndo o risco de perder o metrô, cheguei à estação, encontrei o Jordan lá, por muita sorte e pelas minhas preces em excesso também. E mesmo assim perdemos o metrô. Ficamos pedindo muita informação de táxi, de ônibus – quem não se comunica se estrumbica! Diz meu tio hehe – e ficamos uma hora lá “perdidos” em Sampa… Junto com muita gente que tinham sido “deixadas” pela famosa e “encrenqueira” CPTM.

Finalmente pegamos um táxi. O preço ficou um absurdo, porque a cada metro andado aquele medidor maldito de metros deixava nosso bolso cada vez mais vazios. Enfim chegamos na Penha, perto da Vila Matilde.

Tivemos de andar um bocado antes de chegar na casa deles, e foi uma longa caminhada muito difícil! Naquela mesma hora estava acontecendo a procissão de páscoa, com mais de 15 mil pessoas, segundo o tio do Jordan, e sentimos que estávamos peregrinando mesmo! Pagando os pecados: Sem grana, com fome, eu morrendo de sede, porque deixei de comprar água no final do show pra encontrar o Jordan e Kelly, e fiquei muito desidratado.. Estava sem voz quase, eu não sentia mais minhas pernas de tanto pular, estava muito queimado pelo sol no “lombo” que tomei –só senti meu corpo arder na hora que estava na cama – só que tudo, tudo valeu à pena! Faria tudo outra vez e mais um pouco. Minha viagem e do Jordan pra São José do Rio Preto que fizemos para assistir o documentário do FF não passou nem perto nessa grande “aventura” que foi em Sampa.

Jordan, serei eternamente grato!

Depois de várias dívidas, dificuldades, felicidades, muitas, muitas, este foi o melhor fim de semana da minha vida, com muito orgulho!

Não foi fácil, não foi barato, mas valeu, valeu muito à pena!

Espero que tenham gostado!! Não sei se ficou tão bom assim o texto, mas podem ter a certeza que foi muito honesto! ,E isso é o que importa! É uma das coisas que o Dave ensinou/ensina pra gente. (=

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Jogos Vorazes é a grande sensação do momento. Apesar da divulgação aqui no Brasil não ser tão grande como está no Estados Unidos, a série está fazendo seu dinheiro de uma forma assustadora. Graças a indicação de um amigo, conheci a série um pouco antes desse “boom” da mídia nacional e quero dizer alguns comentários sobre o livro e o filme.

A história é contada num futuro pós-guerra, onde um país chamado Panem é dividida em 12 Distritos ( Na realidade são 13, mas um dos distritos foi aniquilado durante a guerra). Como um lembrete para que isso não aconteça mais, a Capital decidiu realizar todos os anos os Jogos Vorazes. Todos os anos são selecionados um garoto e uma garota de cada distrito que tenham a idade entre 12 a 18 anos, esses selecionados são jogados numa arena onde só pode haver um sobrevivente.

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Katniss Everdeen é a personagem principal e é quem conta a história para nós leitores, no livro vemos todos os acontecimentos pelos olhos dela. Katniss é uma garota de 16 anos que vive com sua mãe e sua irmã mais nova Primrose (Prim) . Sua mãe é incapaz de trabalhar, pois entrou numa depressão profunda após a morte do pai em um acidente numa mina, então Katniss é obrigada a caça e trazer comida para a casa. Na caça ela tem a ajuda de seu amigo Gale, que também vive em condições precárias.

No dia da colheita, a preocupação de Katniss e de Gale é grande, já que o nome deles estão escritos no sorteio diversas vezes, eles podiam trocar “dinheiro” por colocar seu nome mais vezes no sorteio para os jogos. Já Prim só tinha seu nome escrito uma vez no sorteio, mas mesmo assim foi a sorteada para ser a selecionada do distrito 12. A caminho do palco Katniss em um ato heroico, se oferece para trocar de lugar com sua irmã e agora é a oferenda do distrito, logo depois é escolhido o garoto Peeta MeMellark, que é filho de um padeiro e onde ela tem algumas histórias de seu passado com ele.

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O livro é muito bem escrito, gostoso de ler como poucos, enquanto lia me lembrou as vezes a empolgação que eu senti ao ler Harry Potter pela primeira vez. Quando começa realmente os Jogos Vorazes o livro fica numa empolgação que você quer saber toda hora o que vai acontecer. A história é bem agitada.

O diferencial do Jogos Vorazes é o relacionamento, como toda história, o garota tem que ficar com o garoto, mas aqui, você fica naquela dúvida, se ela gosta do Peeta ou se ela gosta do Gale, e a cada capitulo essa dúvida só aumenta.

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Pra mim o filme completa o livro, como no audiovisual eles tiveram que contar a história sem ser com os olhos da Katniss, existem partes que no livro a Katniss tentava deduzir o que os organizações dos jogos estavam fazendo, no filme mostrava a conversa dos organizadores, como eram as coisas realmente nos bastidores.

O que faltou para mim no longa metragem foi talvez um tom mais sombrio em algumas cenas, ou um tom menos infantil. Os personagens da Capital, todos tinham roupas muitos bizarras, acho que podia ser um pouco menos. As cenas de ação principais foram do jeito esperado, já que as mortes com certeza não seriam mostradas em detalhes para o filme não tem uma classificação etária alta, mas no que foi possível, eles representaram bem as mortes. A trilha sonora que acompanha o filme também foi escolhida muito bem, dando o clima ideal para cada tipo de cena.

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As escolhas dos atores para representar os personagens foi muito legal, a Jennifer Lawrence é uma atriz de extrema competência, como vimos em Inverno da Alma e X-Men: Primeira Classe. Seu papel com Katniss é considerado por muito um divisor de águas para a carreira dela, já que é o filme de maior repercussão que ela já atuou, e sua representação é excelente, uma atriz linda e que fez atuações emotivas em outros filmes, fazer um papel de durona não é algo fácil. Gale que é um personagem bem mais falado no livro, no filme é interpretado pelo ator Liam Hemsworth, que não teve a oportunidade de mostrar algo, já que teve poucas oportunidades. Peeta é interpretado pelo ator Josh Hutcherson. Essa também foi uma ótima escolha, ele soube interpretar bem as características do personagem, ser alguém bundão, mas as vezes corajoso. Woody Harrelson interpretou o personagem Haymitch, que nos livros tem uma importancia muito maior que no filme, então Harrelson também não teve tempo para mostrar uma boa atuação, mas no que foi mostrado, eu esperava um pouco mais da atuação dele.

No geral, o filme do Jogos Vorazes ficou muito bom, reclamar demais acho exagero. E o livro é uma experiência única que eu indico a todos meus amigos que gostam de livros no estilo do Harry Potter. A vantagem é que Jogos Vorazes é uma leitura menos, mas não deixa de ser excelente.

Livro: 9/10

Filme: 8.5/10

Entenda o diferencial que a série tem das outras e o porque ela tem conquistado fãs a cada episódio

 

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The Voice é uma série que veio para bater de frente com o American Idol, selecionando as melhores vozes e revelando novos talentos. Diferente do Idol, The Voice seleciona só as melhores vozes para serem mostradas para os jurados. Esse jurados são também chamados de mentores, que são 4 grandes personalidades da música americana: Blake Shelton, Cristina Aguilera, Cee-Lo Green e o Adam Levine.

Como funciona?

São diversas etapas, a primeira são os Blind Auditions, que são quando os mentores ficam de costas para o palco e só ouvem a voz do candidato, caso ele goste, ele aperta o botão que o faz querer aquele candidato e sua cadeira se vira para poder vê-lo. A graça aí são as brigas que tem quando mais de um mentor quer um cantor, dai eles ficam tentando convencer o candidato a ir para seu time. Na primeira temporada, cada mentor ficava com 8 cantores contabilizando 32 cantores escolhidos, nessa segunda temporada serão 12 cantores para cada mentor, dando no total 48 vozes diferentes.

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A 2a. etapa são as batalhas, onde os mentores escolhem 2 de seus cantores para fazer um duelo, e depois da apresentação o próprio mentor tem que escolher um só para seguir em frente. O legal é que para ganhar, o cantor tem que não só querer aparecer, mas saber usar seus talentos na hora certa.

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As quartas de finais já voltam as audições. Na realidade não sei se devemos chamar assim, pois agora na 2a. temporada não sobrarão 4 em cada time e sim 6. Também não dá para prever como será a eliminação nessa fase, já que na temporada passada eram 4 e ficavam 2, um escolhido pelo público e outro pelo mentor. Imagino que dos 6 sobrarão 2 também. Também nessa fase tem uma apresentação especial dos participantes com seu mentor.

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As semi-finais é mais uma audição em que o cantor canta uma música cover, e para ir na final ele terá que somar 2 porcentagens, uma dada pelo mentor, e outra pelo público. Por exemplo, na temporada passada o Javier Colon recebeu 65% do Adam Levine e sua concorrente Casey Weston 35%, dai na votação do público ele somou mais 73% dando no total 138 pontos.

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A final o cantor já tem que apresentar uma música própria e ele faz uma apresentação com o seu mentor, pra mim isso ajudou muito a decidir o vencedor na temporada passada, já que o Javier Colon fez 2 performances impecáveis, então além de ser o favorito ele fez por merecer ser campeão na 1a. temporada.

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Observações: Ao assistirem a série vocês percebem o estilo de cada mentor, eu torço muito pelo time do Blake e do Cee-lo. Gosto do estilo do Blake porque ele tem muito carinho pelas pessoas que ele escolhe, na temporada passada, era perceptível que ele tinha muito carinho pela Xenia e pela Dia Frampton. Já o Cee-lo faz a apresentação do seu cantor ser um verdadeiro show, com luzes, roupas e efeitos.

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Observação 2: Na 1a. temporada, desde o principio o Javier Colon era o favorito, pela sua primeira audição, e ele realmente acabou ganhando. Vamos ver se isso acontecerá nessa segunda temporada também, já que temos um franco favorito, Jesse Campbell.

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Observação 3: No Reino Unido terá um The Voice também que promete, pois tem como mentores: Jessie J, will.i.am, Tom Jones e Danny O’Donoghue, o vocalista da banda The Script. Fiquem espertos com o lançamento por lá para acompanharmos também.

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Observação 4: Foi graças ao The Voice que o Adam Levine e a Christina Aguilera se uniram para criar a música Moves Like Jagger, alias, parece que a primeira apresentação da música foi no próprio programa

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A série foi baseada num programa holandês com o nome “The Voice of Holland”, e agora está sendo apadrinhada por diversos paises. Diversos canais brasileiros estão correndo atrás do direito para poder produzir um The Voice no Brasil. Se isso acontecer, acredito que a Globo seria a mais indicada, por ter o poder de chamar famosos de peso para participar do programa.

Esse post foi feito logo após as blinds auditions da segunda temporada e espero conseguir incentivar vocês a assistirem a série, que faz você torcer, se emocionar, vibrar, arrepiar. Só assistindo para entender. Dá tempo de acompanhar a 2a. temporada pessoal.

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No meu outro blog sempre fazia previas sobre os indicados pro Oscar. Esse ano decidi fazer diferente, vou comentar os resultados. Não vou postar aqui os vencedores se não o post ficaria enorme, segue o link com os vencedores do Oscar: http://omelete.uol.com.br/oscar/cinema/oscar-2012-filmes-vencedores-ao-vivo/

Oscar®-nominated actress Jennifer Lawrence (left) and Academy President Tom Sherak announced the nominees for the 84th Annual Academy Awards in the Academy's Samuel Goldwyn Theater.

Primeira coisa que quero comentar é que achei esse Oscar muito fraco, em quesito melhores filmes, dos 9 indicados, poucos foram aqueles que me fizeram torcer realmente. Dou nota 10 para 3 deles: “Histórias Cruzadas”, “Meia Noite em Paris” e “Tão Forte e Tão Perto”. Mesmo não dando 10, acho que foi bem entregue o Oscar para “O Artista”, por ser ousado e diferente. O filme é muito bom, quem gosta de filmes tem que assisti-lo.

Sempre que discutia com amigos falava que a premiação estava fraca, mas parando realmente para analisar, esse Oscar não foi ruim pelo fato de várias categorias você não tinha a certeza de quem iria vencer. Desde categorias técnicas até as principais, ficava a dúvida de quem iria vencer.

Natalie Portman presents actor Jean Dujardin the Best Actor Award for -The Artist- onstage during the 84th Academy Awards

Os prêmios de melhor ator e atriz foram bem entregues. Pra mim a atuação do Jean Dujardin foi bem melhor que a do George Clooney, e a Meryl Streep sempre é indicada, eu não vi o filme dela, mas com certeza foi bem entregue o prêmio. Na parte dos coadjuvantes a Octavia Spencer é absoluta no Histórias Cruzadas, e o Christopher Plummer venceu todas os outros prêmios, então suponho que seja merecido também, já que não vi o “Toda Forma de Amor”

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Melhor roteiro adaptado é uma categoria difícil de comentar, pois temos que ler a obra original para opinar se ela foi mesmo bem adaptada ou não. Já roteiro original eu estava torcendo muito para o Meia-Noite em Paris, que foi um filme que eu gostei muito da história, achei criativa demais, foi o prêmio que mais comemorei no Oscar 2012.

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Melhor animação já estava na cara que ia dar Rango, mas se o Tintim pudesse concorrer, com certeza ia levar. Depois de tantos anos pudemos ver a Pixar não levando o Oscar nas duas categorias de animação, ou seja, esperem por um filme ótimo deles esse ano.

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Para finalizar, quero só comentar que a música do Rio merecia sim ganhar como melhor canção original. Não sei o que eles levam em conta nessa categoria, mas a música do Rio é muito mais bem elaborada musicalmente que a do Muppets, mas vai do gosto de cada um.

Esses são meus comentários do Oscar. Eu não sou nenhum gênio nem dono da razão para falar que estou certo ou errado. Essas são apenas minhas opiniões, não quis comentar os prêmios técnicos se não esse texto ia ficar gigante. Gostou da premiação? Gostou dos premiados? Comentem embaixo o que acharam do Oscar 2012.

Esse blog aqui está se mobilizando na campanha contra uma lei que os EUA está querendo aplicar chamada SOPA ( Stop Online Piracy Act). Queremos informar a você que ainda estão por fora sobre essa lei, o que ela é o como ela pode te influenciar.

O SOPA é uma lei de combate a pirataria online que foi feita pelo Lamar Smith que tenta bloquear ainda mais a pirataria pela internet, considerando culpados os sites que difundirem conteúdos com direitos autorais. O que seria isso, empresas como a Disney, Universal, poderiam bloquear sites não autorizados que utilizarem seus produtos, ou seja, vídeos, músicas e etc.

A internet hoje, com a força que tem as mídias sociais, ela funciona praticamente com a troca de informação, a divulgação e compartilhamento de conteúdo. Por isso, caso essa lei for aprovada, os principais sites hoje da internet seriam prejudicados diretamente, buscadores menores deixariam de existir e os grandes teriam problemas para controlar seus resultados, vídeos do youtube que tem uma criança com uma música de fundo, poderia ser cancelado pelos direitos da banda.

Por isso nesse dia 18 de janeiro de 2012 houve uma mobilização de alguns sites, principalmente do Wikipédia, parando de funcionar por alguns momentos como protesto para essa lei. Já saíram noticias dizendo que essa lei pode ser modificada e até não aprovada, mas temos que ficar espertos, se ela for aprovada do modo que ela foi escrita, a internet perderá a sua liberdade. Entre nessa turma e seja contra o SOPA.

Caso você queira se aprofundar mais no assunto, segue abaixo alguns links de sites e alguns vídeos que falam sobre o SOPA:

Protect IP Act Breaks the Internet [legendado]

http://www.youtube.com/watch?v=K3ORTCseHD8

S.O.P.A. = DITADURA digital

http://youtu.be/HkxESKZpDmA

Projeto antipirataria dos EUA pode ser diluído ou abandonado

http://www1.folha.uol.com.br/tec/1035427-projeto-antipirataria-dos-eua-pode-ser-diluido-ou-abandonado.shtml

Entenda SOPA Stop Online Piracy Act

http://noticias.portalbraganca.com.br/tecnologia/328-sopa/6673-entenda-sopa-stop-online-piracy-act.html

Sopa: projeto sobre pirataria vai ser alterado, dizem fontes

http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5562189-EI12884,00-Sopa+projeto+sobre+pirataria+vai+ser+alterado+dizem+fontes.html

Melhores Momentos 2011–Games

Publicado: janeiro 4, 2012 em Uncategorized

2a. parte dos melhores momentos é sobre games. 2011 foi um ótimo ano para os gamers, saíram ótimos jogos esse ano, tanto que a disputa de jogo do ano não era certeza de quem ia ganhar. Uns apostavam no Batman Arkham City, outros no Uncharted 3, outros no Legend of Zelda: Skyward Sword, mas o vencedor, foi o The Elder Scrolls V: Skyrim.

Esse ano consegui jogar bastante dos jogos que foram lançados. Dos lançados em 2011 joguei: Crysis 2, Marvel vs Capcom 3: Fate of Two Worlds, Uncharted 3, Call of Duty Modern Warfare 3, Battlefield 3, Sonic Generations, Portal 2, Minecraft, The Elder Scrolls V: Skyrim, Batman Arkham City, Fight Night Champion, Fifa 12, Dragon Age 2, Mortal Kombat, Saints Row The Third.

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Como de praxe, todo ano eu tenho que comprar um jogo de futebol, e o de 2011 o escolhido foi o Fifa 12, depois de acabar comprando os 2 de futebol em 2010 ( PES2011 e Fifa 11), nessa nova geração de games, acabei vendo que o Fifa está sim na frente no PES, então acabei comprando só o Fifa. E a compra valeu muito a pena, o Fifa 12 é um incrível jogo de futebol, aonde as novidades que eles colocaram em relação ao anterior só vieram a acrescentar ao game e o deixar mais divertido. A versão da pré-venda que eu comprei, veio com uma camiseta escrita “Sou Fifeiro”, muito bonita por sinal.

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Um jogo que eu sempre quis comprar na versão de Playstation 3 era o Fight Night, porem sempre lia críticas dos jogos que sairam para o console eram jogos fracos, quando finalmente saiu o Champion e tinha ótimas criticas, pronto foi o motivo final para que eu quisesse comprar o game. E a compra foi ótima, o jogo é incrível, ótimos gráficos, modo história ótimo, o único problema que tem um monte de personagem pra liberar, só que você tem que pagar para poder jogar com eles.

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No duelo de jogos de guerra, Battlefield 3 x Call of Duty Modern Warfare 3, eu fiquei com certeza com o 2º. Call of Duty tem um modo história maravilhoso, empolgante, muito melhor que a segunda versão do game. O modo online também é muito bom, não deu problemas com lag e eu mesmo sem ter muita experiência consegui jogar bem em alguns mapas. Já o Battlefield 3 tem um modo história fraco, porém o modo online salva. Os mapas são gigantes e bonitos, e é bem estratégico mesmo, pois realmente não daria para jogar o Battlefield 3 num modo de jogo Free-For-All ( cada um por si).

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Dos jogos de luta, Mortal Kombat foi o melhor disparado, uma homenagem para os jogadores antigos da série, essa versão da 7ª geração de consoles veio para arrasar com muito sangue e fatalities geniais. O modo história reconta a história dos 3 primeiros games, por isso até outros personagens do game que o público gosta, acabaram ficando de fora por conta de não se encaixar na história, mas ouvi rumores que eles lançariam outro jogo contando a história de outros três jogos da franquia. As DLCs que foram lançadas para o game foram 4 personagens e roupas originais dos jogos antigos. Os personagens extras são: Freddy Krueger, Rain, Scarlet e o Kenshi. Para os viciados na série, Rain e Kenshi são velhos conhecidos, a Scarlet é um personagem criado para o Mortal Kombat novo e o Freddy Krueger é uma homenagem a produtora do game, que também produziu os filmes do personagem no cinema.

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Já o outro jogo que esperei muito foi o Marvel vs Capcom 3, que na minha opinião não decepcionou. Um jogo rápido, bonito e com alguns personagens conhecidos, outros desconhecidos, foi uma ótima opção de game em 2011. O porem, foi a sacanagem que a Capcom fez, produzindo uma 2a. versão do jogo ainda em 2011. Ultimate Marvel vs Capcom 3 saiu no final de 2011 com 12 personagens a mais que a versão normal, inclusive com os personagens da DLC. Isso ficou muito chato, muita gente agora tem medo de comprar a 1a. versão de qualquer jogo de luta da Capcom, porque eles acabam lançando versões bem mais recheadas pouco tempo depois. Street Fighter IV já tem várias versões diferentes e muito melhores que a primeira versão lançada. A desvantagem é quem compra primeiro, acaba tendo um jogo defasado pouco tempo depois.

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Os old games tiveram muito o que comemorar em 2011, além do Mortal Kombat, que era uma série que vinha tendo jogos horríveis e finalmente teve um jogo bom, o Sonic também conseguiu ter um ótimo jogo. Sonic Generation é a homenagem dos 20 anos da série, que marcou pelo Sonic 2 na versão do Mega Drive. O jogo pegou todas as experiência de todos os jogos da franquia, juntou só as coisas boas e deu para seu público um game extremamente divertido. O problema é apenas que você comprar o jogo na versão de Playstation 3 ou Xbox 360, pelo preço de lançamento é algo muito inviável, porque o jogo é curto, se você não for jogar para pegar todos os itens ou dar replay nas fases, você terá poucas horas de jogo, então eu peguei a versão de PC, e futuramente penso em comprar a versão de Playstation 3.

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Portal 2 foi um game que me impressionou muito. Não conheci o primeiro jogo da série, e joguei o 2 mais por causa das críticas muito boas que sites faziam do game. Portal 2 é um jogo puzzle, totalmente diferente do padrão de jogos que saem no mercado, onde você tem que muito mais raciocinar do que correr, atirar, fugir dos inimigos e etc. Com personagens divertidos, uma ótima trilha sonora, esse é um jogo que você tem que jogar, seja para Playstation 3, Xbox 360 ou PC.

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Para os fãs carentes de GTA, que sentem falta de um novo jogo da franquia, Saints Row: The Third tira muito bem essa carência, mesmo que seja provisoriamente, já que o GTA V já foi anunciado. Saints Row é um game em mundo aberto onde você é de uma quadrilha e tem que fazer missões. O que eu gostei muito desse jogo é que ele é muito divertido, as missões são bem agitadas, algumas lembrando até cenas de Uncharted, e se você quiser também jogar só para se divertir, destruir a cidade, o jogo tem várias opções de armas, os carros correm bastante, proporcionando divertidas batidas.

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Batman Arkham City talvez tenha sido um dos jogos mais esperados de 2011, principalmente para quem jogou o 1º game e para os fãs do homem-morcego. Na verdade eu não planejava comprar esse game, acabei comprando por puro consumismo e uma boa promoção. E dei a sorte de ter comprado um dos melhores jogos do ano. Os gráficos são maravilhosos, a cidade de Arkham é um dos melhores mapas de jogos que eu já vi, é grande e muito bem detalhado. O jogo tem praticamente todos os vilões das histórias, então é ação e vilões o tempo todo, você perde o fôlego em diversos momentos.

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Uncharted 3, antes do seu lançamento já era esperado que seria o melhor jogo de 2011, como a 2a. edição foi um jogo uma experiência praticamente perfeita, a expectativa por um game melhor inclusive pelos trailers com gráficos magníficos era grande. É difícil comentar sobre ele, pois ao jogar você vê que é tudo muito bom, mas no começo você quase nem joga, demora até você poder usar uma arma, atirar nos inimigos. Depois, o desafio final não é difícil, no 2o. era um chefe mesmo, no 3o. é tipo o final do Metal Gear Solid 4, mas bem mais curto e fácil. Achei o game cinematográfico demais, por conta que tem muita história e pouca jogatina, mas o que eu achei muito bom foi as diversas mudanças de cenários, uma hora você tava na floresta, outra no deserto, outra num avião. Uncharted mesmo com esses defeitos, é sim o top 3 desse ano sem sobra de dúvidas.

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Para finalizar, falaremos do jogo do ano. Skyrim é um jogo sensacional, era o RPG que eu sempre quis, onde você mata qualquer personagem e pode ver todos os objetos que ele carregava, roubar e tudo certo. Além disso, praticamente todos os objetos você pode pegar para levar consigo, seja um prato numa mesa de jantar, ou até uma pá que você acha no chão de alguma cidadezinha. Não feliz com isso, todas as casas que tem no jogo você pode entrar, um jogo antigo de todos jogadores de GTA. As batalhas com os dragões são muito boas, é um dos desafios do game, porém eu achei que é um desafio fácil, ainda mais quando você vai aumentando seu nível e experiência com o game, matar esses dragões fica mais fácil. Os gráficos do jogo são ótimos ainda mais que você percebe que a versão de PC não ocupa tanto espaço do HD, deixando quem conhece mais de computador indignado como consegue fazer um trabalho tão magnífico com tão pouco espaço. É realmente o game do ano.

E vocês, jogou algum outro jogo não citado aqui, vá nos comentários e diga os jogos que você jogou em 2011 e o que você espera no mundo dos games em 2012.